O CEO da Goldman Sachs, David Solomon, admite possuir uma pequena quantidade de Bitcoin e enfatiza o papel da tokenização nas finanças futuras
David Solomon, CEO do principal banco de investimento global Goldman Sachs, declarou que possui apenas uma "quantidade muito pequena" de Bitcoin (BTC), mas que está a acompanhar de perto esta criptomoeda como parte de mudanças mais amplas no sector da tecnologia financeira. Ele compartilhou isso durante o Fórum Mundial da Liberdade, enfatizando que as finanças tradicionais e as criptomoedas não são concorrentes, mas partes de um único sistema em evolução.
A Goldman Sachs é uma empresa multinacional americana de banca de investimento e serviços financeiros fundada em 1869 por Marcus Goldman e Samuel Sachs. Com sede em Nova Iorque, a empresa oferece uma vasta gama de serviços, incluindo banca de investimento, gestão de activos, títulos e serviços de consultoria para empresas, instituições financeiras, governos e indivíduos. De acordo com os dados de 2024, a Goldman Sachs está classificada na Fortune 500 (55ª por receitas entre as maiores empresas dos EUA) e na Forbes Global 2000 (23ª). É um dos maiores bancos de investimento do mundo, com activos sob gestão superiores a 3 biliões de dólares, e é considerada uma instituição financeira de importância sistémica. A empresa também gere fundos de private equity, hedge funds e presta serviços de compensação e custódia de activos.
Em seu discurso, Solomon rejeitou a ideia de um "jogo de soma zero" entre bancos tradicionais e empresas de criptografia:
"É um sistema, o nosso sistema. Precisamos de o fazer bem... e haverá desacordos, e não há problema".
Ele enfatizou que a evolução do mercado é impulsionada por grandes plataformas tecnológicas, onde a tokenização terá um papel central:
"Tokenização... Acho que isso é super importante."
O CEO observou que o Goldman Sachs atualmente tem envolvimento limitado no espaço criptográfico devido a regulamentações rígidas:
"Até 10 minutos atrás, a estrutura regulatória era extremamente proibitiva", brincou ele, acrescentando que a regulamentação excessiva "extrai capital" do sistema.
No entanto, Solomon deu a entender que, com a flexibilização das barreiras regulatórias, o banco pode reconsiderar sua participação, especialmente em tecnologias como tokenização e mercados de previsão.

Essa declaração vem em meio ao crescente interesse de gigantes financeiros tradicionais em criptomoedas. Ao contrário de concorrentes como JPMorgan e Morgan Stanley, que se aprofundaram em ativos digitais, o Goldman Sachs está se concentrando em pesquisas e discussões internas sobre tecnologias adjacentes à criptografia. Os analistas observam que tais comentários do líder de um dos principais bancos podem sinalizar uma mudança futura na integração da criptografia nas finanças convencionais, especialmente devido ao papel da tokenização na otimização da infraestrutura de mercado.
O Goldman Sachs continua a ser um ator-chave nas finanças globais, com foco na inovação, e as declarações de Solomon ressaltam o potencial de fusão de sistemas tradicionais e descentralizados para criar um ecossistema financeiro mais eficiente.

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